Fala pessoal!

Bom, eu expliquei numa outra oportunidade que há muito eu não mantenho a seção Indicação da semana atualizada semanalmente…rs Mas, como muitos posts já estão com esse título, resolvi mantê-lo… Não levem ao pé da letra…rs

Neste post quero falar sobre o ano de 1991. Esse ano foi um “absurdo de bom” para quem curte rock! Eu conversei esses dias com um amigo – Luiz, do Blog do Luiz Azavedo – e lembramos de como esse ano foi “massa”! A produção de BONS discos de rock estava a todo vapor. Muitos clássicos foram lançados em 1991 e o mundo realmente respirava rock!

Vou colocar aqui, para lembrarmos, alguns dos discos lançados em 1991. Não necessariamente eu sou fã do disco ou da banda, mas de um forma ou de outra os discos abaixo fizeram história. Aí estão eles:

Ten

Ten (Pearl Jam) - Esse disco lançou definitivamente o estilo grunge no cenário mundial. Eddie Vedder e sua trupe cansaram nossos ouvidos (no bom sentido) tocando nas rádios, fazendo todas as bandas covers tocarem suas músicas e aparecendo na MTV o tempo todo. Deste disco são as clássicas: Even Flow, Alive, Black, Jeremy e Oceans. Muitos clássicos para um disco só!

 

 

nevermind

Nevermind (Nirvana) - Ainda seguindo na onda de Seattle: mais um clássico! O Nirvana aparaceu já com os dois pés na porta. Acho que esse disco, junto com Ten do Pearl Jam, foram os dois maiores expoentes do grunge (minha opinião!!! rs). A MTV também “cansava” de passar clipes desse disco. Aliás, no fim do post vou falar um pouco sobre a MTV nessa época.
Desse disco são as clássicas: Smells Like Teen Spirit, Come As You Are, Lithium, Polly e In Bloom.

 

UseI

UseIIUse your Illusion I e II (Guns N’ Roses) – Agora é a vez do hard rock. Desses 2 eu gosto MUITO. Lembro perfeitamente do lançamento dos discos, reportagens na TV, clipes na MTV, Rock in Rio II, etc. O Guns N’ Roses estavam no auge e era animal vê-los no palco. A quantidade de clássicos desses dois discos é interminável: Live And Let Die, Don’t Cry, November Rain, Civil War, Yesterdays, Knockin’ On Heaven’s Door, Estranged, You Could Be Mine, fora todas as outras músicas que são menos conhecidas, mas igualmente boas!

 

Slave

Slave To The Grind (Skid Row) – Mais um disco muito bom de hard rock. O Skid Row não era uma banda tão grande quanto o Guns N’ Roses nessa época, mas tinha um vocalista com uma voz absurda e emplacou muitos clássicos no rock (especificamente no hard rock). Esse disco fez com que a banda crescesse muito no cenário mundial e estava na mesma onda dos anteriores que citei: clipes na MTV, muitos shows ao redor do mundo. Desse disco são: Monkey Business, Quicksand Jesus, Psycho Love, In A Darkened Room e Wasted Time.

 

Lean

Lean Into It (Mr. Big) – o Mr. Big lançou o seu disco de maior sucesso em 1991. Lean Into It tem a maioria dos clássicos da banda e como todos os discos citados, fez um enorme sucesso na época. Acho que muitas pessoas conhecem as músicas mas não sabem quem é a banda que as toca. Então, façam aí as ligações. Desse disco são: Daddy, Brother, Lover, Little Boy, Alive And Kickin’, Green-Tinted Sixties Mind, Just Take My Heart e To Be With You. Essa última, conhecidíssima!

 

FUCK

For Unlawful Carnal Knowledge (Van Halen) – Esse disco era “carinhosamente” chamado de F.U.C.K. O Van Halen nessa época, já era uma banda consagrada, mas continuava a lançar ótimos discos. Esse não foi diferente. Uma curiosidade, o início da música Poundcake (guitarra tocada com furadeira elétrica) foi usado pela Globo nas vinhetas da Fórmula 1 por muito tempo, imitando o “ronco” dos motores. São desse disco: Poundcake, Judgement Day, Right Now e Top Of The World.

 

No More Tears

No More Tears (Ozzy Osbourne) – Agora, caindo para o lado um pouco mais pesado. Ozzy lançou em 1991 o seu disco de maior sucesso na carreira solo. No More Tears é um disco e tanto e a faixa-título, sucesso absoluto. Mas não só da faixa-título é feito esse disco. São dele também: I Don’t Want To Change The World, Mama, I’m Coming Home, Desire e Road To Nowhere, além de No More Tears, claro.

 

 

metallica

Metallica (Metallica) – esse é o famosíssimo disco conhecido por Black Album.  O Black Album é um dos discos mais vendidos na história. Ganhou inúmeros discos de platina e ouro ao redor do mundo (na época em que se precisava vender muito para conseguir isso). Deem só uma olhada na quantidade de clássicos: Enter Sandman, Sad But True, The Unforgiven, Wherever I May Roam, Nothing Else Matters. Todas essas conhecidas e que tocavam nas rádios e na MTV.

 

arise

Arise (Sepultura) – Aqui, o negócio realmente ficou pesado (rs). Bom, o Arise foi um disco que abriu muitas portas. Abriu portas no cenário mundial para o Sepultura, claro, mas também fez com que muitas portas se abrissem para bandas de rock brasileiras. Foi um disco importante não só para a banda, mas para toda uma geração de bandas brazucas. Pra quem gosta do estilo, esse disco tem sim alguns clássicos do gênero: Arise, Dead Embryonic Cells, Desperate Cry o cover do MotörheadOrgasmatron.

 

innuendo

Innuendo (Queen) – Por último, eu deixei o canto do cisne de uma das maiores bandas da história, o Queen. Em 1991, eles lançaram Innuendo,  um disco MUITO bom e ainda melhor quando sabemos das histórias por trás da gravação dele (prometo fazer um post sobre esse disco e contar o que sei sobre essas histórias). São desse disco: Innuendo, I’m Going Slightly Mad, Don’t Try So Hard, These Are The Days Of Our Lives e The Show Must Go On.

 

Vale também lembrar que 1991 foi marcado, aqui no Brasil, pelo Rock In Rio 2, realizado no Maracanã. Continuando na linha do rock, as principais bandas dessa edição do festival foram: Guns N’ Roses, Judas Priest, Queensrÿche, Megadeth, Faith No More, Sepultura, Joe Cocker, Santana e INXS.

Esse são os discos que me marcaram em 1991 e são também os que eu lembro. Se alguém lembrar de mais algum, mande comentários e assim a gente deixa o post com mais informações sobre esse ano tão especial para o rock.

 

Grande abraço,

LL.

Fala pessoal!

Este é um post pequeno.

Vou colocar aqui as Indicações da semana (com seus respectivos links), para quem perdeu alguma ou está com preguiça de procurar…rs

Para quem ler algo novo, volto a dizer: os comentários são de graça! Uma das coisas mais legais (se não a mais legal) para quem tem um blog é interagir cmo quem lê os posts. Portanto, vamos lá!

Indicações da semana:

#1 – CD – Abbey Road (Beatles)

#2 – CD – Sheer Heart Attack (Queen)

#3 – CD – Awake (Dream Theater)

#4 – Música – 1812 Overture Op.49 (Tchaikovsky)

#5 – Livro – O Livro de Ouro da Mitologia

#6 – Devido a um problema com as psotagens na época, esta indicação foi perdida.

#7 – Livro – A Divina Comédia (Dante Alighieri)

#8 – CD – Em Minas Ao Vivo: Piano e Voz (Tom Jobim)

#9 – Música – Sinfonia nº 6 “Patética” (Tchaikovsky)

#10 – CD – Help! (Beatles)

#11 – Música – Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão

#12 – CD – Metropolis Pt. II – Scenes From A Memory (Dream Theater)

#13 – CD - Dark Side Of The Moon (Pink Floyd)

#14 – Música  - Concerto para Piano nº5 “Imperador” (Beethoven)

#15 – Música – Show Hard Rock Calling (Paul McCartney)

#16 – CD – Chico Buarque & Maria Bethânia Ao Vivo

#17 – CD – Appetite For Destruction (Guns N’ Roses)

#18 – CD – Master Of Puppets (Metallica)

#19 – Livro – O Caso dos Dez Negrinhos (Agatha Christie)

#20 – CD – Get A Grip (Aerosmith)

#21 – CD – The Number Of The Beast (Iron Maiden)

#22 – CD – Rubber Soul (Beatles)

#23 – Filme – O Menino do Pijama Listrado

#24 – CD – Band On The Run (Paul McCartney & Wings)

#25 – CD – A Night At The Opera (Queen)

#26 – CD – Good Evening New York City (Paul McCartney)

#27 – Tênis – Aberto da Austrália

#28 – CD – Symphony: Alive IV (Kiss)

#29 – CD – Starkers In Tokyo (Whitesnake)

Bom, essas foram as indicações até agora.

Um abraço,

LL.

Fala pessoal!


Apesar de ter postado recentemente, as indicações andam bem paradas. Como disse nos últimos posts, vamos ver se consigo manter o blog um pouco mais atualizado do que anda ultimamente. Esse série vai continuar chamando Indicações da semana, mesmo que o período de postagens não corresponda ao título, ok?! rs

A indicação desta semana é um disco que eu gosto muito! Daqueles que você não deixa de ouvir (ainda mais nos dias de hoje, em que boas bandas não andam surgindo!).

Starkers In Tokyo foi gravado pelo Whitesnake (na verdade, David Coverdale e Adrian Vandenberg) em 1997. Todo gravado apenas com violão e voz, celebrando os 20 anos da banda.

Apesar de óbvio para quem conhece, o comentário é válido para quem nunca ouviu Whitesnake ou David Coverdale cantando: o ponto alto do álbum é a voz. E que voz! Esse senhor canta demais! É o normal dele, mas como este disco só tem como acompanhamento um violão e relativamente num volume baixo, a voz fica bem em primeiro plano e qualquer deslize seria facilmente percebido.

Fora a performance, o tracklist é MUITO bom! Os maiores clássicos do Whitesnake e também um clássico do Deep Purple (Soldier Of Fortune).

Segue o tracklist:

1. Sailing Ships

2. Too Many Tears

3. The Deeper The Love

4. Love Ain't No Stranger

5. Can't Go On

6. Give Me All Your Love

7. Don't Fade Away

8. Is This Love

9. Here I Go Again

10. Soldier Of Fortune


E segue agora um vídeo da apresentação que gerou esse disco:


Can`t Go On–Whitesnake

Recomendadíssimo!!!


Um abraço,

LL.

Fala pessoal!

Segue mais uma indicação da semana: Symphnoy: Alive IV do Kiss.

O disco foi lançado em 2003 e gravado com a Melbourne Symphony Orchestra (MSO). Os arranjos foram feitos por David Campbell que também regeu a orquestra. Nesse show, o Kiss contou com 3 membros originais (Gene Simmons, Paul Stanley e Peter Criss) e um novo membro: o guitarrista Tommy Thayer.

Esse show foi disponibilizado em CD e DVD. Tenho os dois! rs

A produção dos shows do Kiss são algo à parte. Efeitos pirotécnicos, Gene Simmons cuspindo sangue (que não poderia faltar), muitos clássicos, chuva de papel picado, etc. É a Disneylandia dos shows de rock!

Na minha opinião, um dos destaques fica por conta da segurança do novo membro, Tommy Thayer, ao tocar em todas as músicas. Solos precisos, sem mudanças desnecessárias nas caracterísitcas do Kiss, boa presença de palco e bons backing vocals.

Outro ponto a se destacar é a orquestra toda maquiada como os membros do Kiss. Isso, eu achei ANIMAL!!!

O show todo é dividido em 3 partes: as primeiras 6 músicas são um show normal do Kiss, apenas os 4 membros tocando. As próximas 5 músicas são em versão acústica junto com a orquestra. As 10 músicas restantes são nas versões normais e junto com a orquestra.

Seguem o tracklist e os vídeos de Rock N' Roll All Nite (com a chuva de papel picado), Shout It Out Loud (com muitos fogos de artifício) e Love Gun (com Paul Stanley "voando" sobre o público):

Disc 1
1 - Deuce
2 - Strutter
3 - Let Me Go, Rock 'n' Roll
4 - Lick It Up
5 - Calling Dr. Love
6 - Psycho Circus
7 - Beth
8 - Forever
9 - Goin' Blind
10 - Sure Know Something
11 - Shandi

Disc 2
1 - Detroit Rock City
2 - King of the Night Time World
3 - Do You Love Me
4 - Shout It Out Loud
5 - God of Thunder
6 - Love Gun
7 - Black Diamond
8 - Great Expectations
9 - I Was Made for Lovin' You
10 - Rock and Roll All Nite
 

Recomendadíssimo!!!

Um abraço,

LL.

Fala pessoal!

A indicação dessa semana vai ser um pouco diferente.

Eu tenho jogado tênis de vez em quando (depois de muuuuitos anos sem jogar), e devido a essa nova "mania", vou indicar que assistam ao Aberto da Austrália. Os jogos estão sendo transmitidos pela ESPN.

Rafael Nadal

O Aberto da Austrália é o primeiro Grand Slam (os 4 torneios mais importantes, a saber: Aberto da Austrália, Roland Garros na França, Wimbledon na Inglaterra e U.S. Open) do ano.


Pude acompanhar alguns jogos ao vivo, mas tenho acompanhado as notícias dos jogos que não pude ver. No masculino, tudo se encaminha para mais uma final Rafael Nadal (ESP) x Roger Federer (SUI), números 1 e 2 do ranking, respectivamente.


Andy Murray

Mas, há de se dizer que o Nadal, caso passe por David Ferrer (ESP), vai pegar a pedreira do Andy Murray (GBR). O Murray está jogando MUITO! Ontem à noite, vi um pedaço do jogo em que ele ganhou por 3 a 0, perdendo só 5 games! Caso o jogo Nadal x Murray aconteça mesmo, tem tudo pra ser daqueles jogos memoráveis, já que o Nadal ganhou todos os seus jogos por 3 a 0 (com exceção do primeiro em que o adversário abandonou quando perdia por 1 a 0 e estava perdendo por 5 a 0 no segundo set).



Roger Federer

O Roger Federer ganhou dois jogos por 3 a 0, um por 3 a 1 e um por 3 a 2. Deve estar mais cansado que o Nadal, mas também está jogando demais. E tem a vantagem de não ter que encarar o Andy Murray antes da final. Sou fã do Federer!


No feminino (que tenho acompanhado um pouco menos), pelo andar da carruagem, a final será entre Caroline Wozniacki (DIN) x Vera Zvonareva (RUS), assim como no masculino, números 1 e 2 do ranking, respectivamente. Não pude ver muito da Wozniacki, mas a Zvonareva tá arrebentando!



Fica aí a dica: acompanhem o Aberto da Austrália!

Recomendadíssimo!!!

Um abraço,

LL.


Ultimamente, não poderia ter nome pior pra essa série de posts, não é? Indicação da semana... Está mais para indicação do trimestre... rs Mas, vamos lá...

Primeira indicação de 2011, vamos ver... Que tal Paul McCartney? Afinal ele quase não aparece por aqui... rs

Ano passado, comprei esse CD + DVD na febre pro show que aconteceu em 21 de novembro em São Paulo. São 2 CDs e 1 DVD que registram o show de inauguração do Citi Field (ex-Shea Stadium - local de um show histórico dos Beatles).

O show dura aproximadamente 3 horas e passa por todas as fases da carreira do Paul: Beatles, Wings e solo.

Som e imagem perfeitos. E esse registro, além de diversos clássicos, tem a particularidade de ser um show num local histórico para o Paul e os Beatles.

A música Helter Skelter, desse show, rendeu ao Paul uma indicação ao Grammy de Melhor Performance Vocal Solo Ao Vivo de Rock desse ano.

Destaque para I'm Down, que os Beatles tocaram quando fizeram o show no Shea Stadium e que Paul tocou também. No DVD, foi feita uma mistura de som e imagens de agora e da época dos Beatles. Muito legal!!! 

Para os fãs, imperdível! Para os que não são fãs, vale ver o que é um show extremamente bem produzido de uma lenda viva da música!

Tracklist:

1 - Intro
2 -Drive My Car
3 - Jet
4 - Only Mama Knows
5 - Flaming Pie
6 - Got to Get You Into My Life
7 - Let Me Roll It
8 - Highway
9 - The Long And Winding Road
10 - My Love
11 - Blackbird
12 - Here Today
13 - Dance Tonight
14 - Calico Skies
15 - Mrs Vandebilt
16 - Eleanor Rigby
17 - Sing the Changes
18 - Band on the Run
19 - Back in the USSR
20 - I´m Down
21 - Something
22 - I´ve Got a Feeling
23 - Paperback Writer
24 - A Day in the Life / Give Peace a Chance
25 - Let It Be
26 - Live And Let Die
27 - Hey Jude
28 - Day Tripper
29 - Lady Madonna
30 - I Saw Her Standing There
31 - Yesterday
32 - Helter Skelter
33 - Get Back
34 - Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band / The End

Recomendadíssimo!!!

Um abraço,

LL.

E aí, pessoal? Tudo certo?

Engraçado como existem fases em que me dá vontade de escrever sem parar e outras em que a preguiça parece tomar conta das mãos e do teclado. Mas, eu sou assim... Não ando numa fase de muita inspiração pra escrever... Porém, vamos lá....

A indicação de hoje é um clássico. A Night At The Opera é mais um daqueles discos que eu conheço desde pequeno e continuo ouvindo até hoje. Aliás, é dele um dos melhores making-of que eu já vi.

Esse disco foi lançado em 1975, época em que o Queen passava por grande pressão da gravadora para que lançassem um disco de grande sucesso. No making-of que eu comentei, os caras da gravadora contam como isso aconteceu e a pressão por sucesso não é nada diferente de hoje, a não ser por 2 aspectos: as bandas daquela época tinham músicos de talentos (e não fabricados como hoje em dia) e o mais importante: as gravadoras pressionavam MAS TAMBÉM DAVAM O SUPORTE NECESSÁRIO PARA QUE O TRABALHO SAÍSSE BOM! A Night At The Opera é um dos discos de produção mais cara da história e a gravadora bancou tudo isso. Um funcionário da gravadora do Queen disse no making-of: "A EMI tinha tantas bandas boas em seu quadro de contratadas e lançava tantos discos bons porque nós dissemos mais SIM do que NÃO."

Resultado de tudo isso: um mesmo disco com Love Of My Life, Bohemian Rhapsody e You're My Best Friend. As outras músicas do álbum não são tão famosas, mas são tão boas quanto! O disco todo tem arranjos muito bonitos, complexos e com muitos instrumentos. Fora todos os corais. Fora toda a criatividade para driblar as dificuldades técnicas existentes na época.

Fato que eu gosto sobre esse disco: Good Company foi composta por Brian May em homenagem a seu pai. A letra relembra frases que ele ouvia do seu velho quando era criança. O ukulele (uma espécie de cavaquinho) usado na música foi o primeiro instrumento que Brian aprendeu a tocar, ensinado por seu pai. E o solo? Para manter a homenagem, ele resolveu colocar um solo de uma Big Band dos anos 30 e 40, MAAAAAS feito por ele somente com guitarras! Instrumento por instrumento, Brian foi procurando os timbres e gravando com sua Red Special. SENSACIONAL!!! (Acho que me empolguei...rs)

Eu não tenho pontos altos do disco para citar. O disco todo é um ponto alto. Vale a pena ouvir do começo ao fim!

Tracklist:

1 - Death On Two Legs (Dedicated to...)
2 - Lazing On A Sunday Afternoon
3 - I'm In Love With My Car
4 - You're My Best Friend
5 - '39
6 - Sweet Lady
7 - Seaside Rendezvous
8 - The Prophet's Song
9 - Love Of My Life
10 - Good Company
11 - Bohemian Rhapsody
12 - God Save The Queen

RECOMENDADÍSSIMO!!!

Um abraço,

Leandro.

E aí, pessoal? Preparados para uma "avalanche" de posts sobre o Paul McCartney até o dia 21 de novembro (e provavelmente até um pouco depois...rs)? Pois é, culpa da ansiedade para o show.

Antes da indicação, uma notícia rápida: fio confirmado o segundo show do Macca em São Paulo. Será no dia 22 de novembro (segunda-feira) e os ingressos da pré-venda começam a ser vendidos a meia-noite de quarta-feira (dia 20 de outubro) pelo site http://www.ingresso.com/. Para o público geral, as vendas começam no dia 21, às 8h, pelo site, bilheterias do Pacaembu e por telefone (4003-3222). Confesso que me deu uma "certa vontade" de ir aos 2 shows! rs

Agora, a indicação:

Band On The Run foi lançado pelo Wings (banda de Paul McCartney nos anos 70) em 7 de dezembro de 1973 e é considerado o melhor disco da banda e o melhor de Paul depois da separação dos Beatles. O disco está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock And Roll Hall Of Fame.

Gravado na Nigéria, o disco tinha tudo para ser um fracasso já que, nas vésperas da banda viajar para a África, dois membros originais do Wings (o guitarrista Henry McCullough e o baterista Denny Seiwell) abandonaram o barco. Deste modo, o álbum foi gravado por um trio (Paul e Linda McCartney e Denny Laine) com a ajuda de alguns músicos de estúdio.

O disco já começa no ponto alto com a dobradinha Band On The Run e Jet. Essas são duas das músicas de que mais gosto do Paul. Tão boas que foram direto para os primeiros lugares das paradas na época e são tocadas nos shows até hoje. Além das duas músicas citadas, destacam-se também (na minha opinião) Bluebird e Let Me Roll It.

O álbum foi para o 1º lugar das paradas dos EUA e ganhou disco triplo de platina e em 1975 ganhou o Grammy de Melhor Performance Vocal Pop de um Grupo.

Segue o setlist:

1 - Band On The Run
2 - Jet
3 - Bluebird
4 - Mrs Vandebilt
5 - Let Me Roll It
6 - Mamunia
7 - No Words
8 - Picasso's Last Words (Drink To Me)
9 - Nineteen Hundred And Eighty Five

E abaixo, vídeos de Band On The Run (EUA, 2002) e Jet (Rússia. 2004)

 
 
Recomendadíssimo!!!
 
Um abraço,
 
LL.

Cá estou eu de novo, atrasado com a Indicação da Semana. Melhor não prometer mais que vou ficar em dia com elas e nem que vou compensar os atrasos. rs

Vou fazer, pela primeira vez, uma indicação de filme. Eu adoro filmes, mas vou pouquíssimo ao cinema. Acompanhado já é difícil eu ir, sozinho então... praticamente impossível! Mas na TV, às vezes tem alguma coisa boa passando. E foi o que aconteceu nesse fim de semana.

Segue a sinopse:

Alemanha, 2ª Guerra Mundial. Bruno (Asa Butterfield), de 8 anos, é filho de um oficial nazista que assume um cargo em um campo de concentração. Isto faz com que sua família deixe Berlim e se mude para uma área desolada, onde não há muito que fazer para uma criança de sua idade. Ao explorar o local ele conhece Shmuel (Jack Scanlon), um garoto aproximadamente de sua idade que sempre está com um pijama listrado e do outro lado de uma cerca eletrificada. Bruno passa a visitá-lo frequentemente, surgindo entre eles uma amizade. O encontro de Bruno com o menino do pijama listrado o leva da inocência a uma profunda reflexão sobre o mundo adulto ao seu redor conforme seus encontros com Shmuel se transformam em uma amizade com consequências devastadoras.

O filme mostra o ambiente da guerra através dos olhos de uma criança. Na verdade, de 2 crianças.

Obviamente, não vou contar muito da história. Mas, é um dos melhores filmes que se passam durante a 2ª Guerra que eu vi. Leva, inevitavelmente, à reflexão.


O filme foi feito em 2008 numa parceira EUA e Inglaterra e é baseado no livro homônimo de John Boyne.

Recomendadíssimo!

LL.

E aí, pessoal?

Semana passada fiquei devendo a indicação, então, nesta semana, vou postar 2.

A primeira é mais uma das obras-primas dos Beatles.

Rubber Soul é o sexto disco lançado pelos Beatles. Foi gravado entre junho e outubro e lançado no dia 3 de dezembro de 1965.

Para mim, esse é o álbum que marca o início da mudança do som da banda. Os arranjos começam a ficar mais elaborados e as letras também começam a sair um pouco do estilo das letras de iê-iê-iê.

O disco já começa com um clássico: Drive My Car. Até hoje, Paul McCartney a toca em seus shows.

São desse disco, músicas do porte de Nowhere Man, Michelle, Girl, I'm Looking Through You e, talvez, a música mais bonita composta por Lennon/McCartney: In My Life.

Esse disco lembra muito a minha infância. É um disco fácil de ouvir e, nos fins de semana, era comum meu pai o colocar o LP para tocar do início ao fim.

Algumas curiosidades sobre o disco:

- What Goes On é a primeira música que tem Ringo Starr como coautor (ao lado de Lennon e McCartney);

- Rubber Soul ficou 9 semanas no 1º lugar das paradas britânicas;

- o single We Can Work It Out / Day Tripper é da mesma época, mas não entrou em Rubber Soul;

- em Norwegian Wood, a cítara aparece pela primeira vez em uma música dos Beatles;

Bom, é um disco dos Beatles, portanto nem preciso dizer q é um clássico. Esse é um dos meus favoritos!

Segue o tracklist:

1 - Drive My Car
2 - Norwegian Wood (This Bird Has Flown)
3 - You Won't See Me
4 - Nowhere Man
5 - Think For Yourself
6 - The Word
7 - Michelle
8 - What Goes On
9 - Girl
10 - I'm Looking Through You
11 - In My Life
12 - Wait
13 - If I Needed Someone
14 - Run For Your Life

RECOMENDADÍSSIMO!!!

Um abraço,

LL.

Estou num momento insônia e resolvi vir aqui postar a indicação desta semana.

Depois de tantas indicações, já estava na hora do Iron Maiden aparecer, não é? Essa banda marcou muito minha adolescência. Foi uma das primeiras bandas que aprendi a ouvir sem a influência dos discos do meu pai. Todas as bandas que eu participei nessa fase de adolescência tocavam ao menos uma música do Iron e é dessa banda um dos vocalistas que mais admiro: Bruce Dickinson.

Eddie manipulando o diabo: essa capa deu o que falar
O disco The Number Of The Beast foi lançado em 29 de março de 1982 e marcou a entrada do já comentado Bruce Dickinson. O disco anterior Killers, já havia feito bastante sucesso, mas a entrada de Dickinson alavancou esse sucesso. Para mim, é o disco em que ele cantou melhor. Em contrapartida, foi o último disco do baterista Clive Burr.

O lançamento desse disco fez com que muitos acreditassem que o Iron Maiden tinha ligações com o satanismo (vide o nome do disco - O Número da Besta). Com citações do Livro do Apocalipse, foi repudiado por religiosos e conservadores, fora a arte da capa que contribuiu muito para todo esse "barulho" causado por The Number Of The Beast.

Não faltam clássicos aqui! A faixa-título, Run To The Hills e Hallowed Be Thy Name são tocadas até hoje. As não menos clássicas Children Of The Damned, The Prisoner e 22 Acacia Avenue deixaram de ser tocadas há algum tempo. Enfim, disco para se ouvir "de cabo a rabo".

Algumas curiosidades:

- no Reino Unido atingiu o número 1 em vendas e no Canadá foi disco triplo de platina;
- Bruce Dickinson, em seu programa de rádio, contou certa vez a Ronnie James Dio que Children Of The Damned foi inspirada por Children Of The Sea, do Black Sabbath;
- 22 Acacia Avenue é a segunda parte da saga Charlotte The Harlot;
- a introduação de The Number Of The Beast é do Livro do Apocalipse (13:18) e foi narrada pelo ator Barry Clayton.

Segue o tracklist:

1 - Invaders
2 - Children Of The Damned
3 - The Prisoner
4 - 22 Acacia Avenue
5 - The Number Of The Beast
6 - Run To The Hills
7 - Gangland
8 - Hallowed Be Thy Name

E agora, 2 vídeos da turnê de 1982, The Number Of The Beast e Children Of The Damned:




Recomendadíssimo!!!

Um abraço,

LL.

E aí? Como foram de fim de semana? O meu foi ótimo!

Esses dias, quando indiquei o Appetite For Destruction (Guns N' Roses), eu comentei sobre o Kliptonita (programa de clipes que passava no começo da década de 90, todas as tardes). Agora, lembrando disso, resolvi indicar o Get A Grip, do Aerosmith. Esse disco contém a trilogia Cryin', Crazy e Amazing, que eram clipes que também passavam o tempo todo (tanto no Kliptonita como na MTV). Esses clipes são os que fizeram aparecer a Alicia Silverstone e Liv Tyler. Acho que todo mundo lembra, não é?

Depois do Aerosmith ter "ressurgido das cinzas" com os álbuns Permanent Vacation e Pump, em 1993 foi lançado Get A Grip. E foi um sucesso devastador! Rádios, TV, revistas (lembram da Top Rock?) falavam da banda e do disco o tempo todo! E não era pra menos, não é? Só pra citar: são deste disco as clássicas: Eat The Rich, Livin' On The Edge, Walk On Down e as já comentadas Cryin', Crazy e Amazing. Tá bom, né? (rs)

O Aerosmith definitivamente tinha voltado ao topo!

O disco mostra um hard rock no seu melhor estilo. Melodias marcantes, linhas vocais perfeitas, guitarras muito bem feitas. Além disso, foram feitos 4 clipes com músicas desse disco e todos eles muito bem recebidos pelo público.

Lembro que minha irmã ganhou esse disco, em 1993 mesmo, logo que ele saiu. (O começo dos anos 90 foi muito bom na música, não é? Muitos discos bons foram lançados nesses anos... Ainda vou fazer um post aqui pra falar sobre isso.)

Segue abaixo o tracklist de Get A Grip e depois, como comentei no começo do texto, seguem os clipes da trilogia Cryin', Crazy e Amazing, respectivamente:

1 - Intro
2 - Eat The Rich
3 - Get A Grip
4 - Fever
5 - Livin' On The Edge
6 - Flesh
7 - Walk On Down
8 - Shut Up And Dance
9 - Cryin'
10 - Gotta Love It
11 - Crazy
12 - Line Up
13 - Amazing
14 - Boogie Man





Recomendadíssimo!

Abraço,

LL.

Depois de bastante tempo, mais uma indicação literária.

Uma explicação: existem muitas outras capas de outras diversas edições desse livro, mas escolhi essa porque foi a que eu li.

Essa edição, minha mãe tinha em casa, talvez antes mesmo de eu nascer, mas eu só fui ler o livro na minha adolescência.

E que livro! Não à toa, é o livro mais vendido de Agatha Christie (pra quem não conhece, a rainha dos romances policiais detetivescos).

A história trata da morte de 10 pessoas numa ilha. Como o livro utiliza muito de suspense e adivinhação, não seria legal da minha parte contar aqui o enredo, mas o que posso dizer é que o livro te prende de tal forma que te deixa viciado e ansioso pelo seu fim. E o fim é realmente uma surpresa!

Por causa do Caso dos Dez Negrinhos, li muitos outros livros da autora que é, para mim, a melhor neste gênero literário.

Como eu já comentei, O Caso dos Dez Negrinhos é o livro mais vendido de Agatha Christie e um dos maiores best-sellers de todos os tempos: cerca de 100 milhões de cópias vendidas. Foi publicado em 1939.

O título do livro causou polêmica, principalmente nos Estados Unidos, por conta dos "negrinhos" no título. Por isso, no mercado norte-americano ele é conhecido como And Then There Were None ou Ten Little Indians. O livro chegou a ser publicado no Brasil nos anos 50, com o título de O Vingador Invisível, e em 2008, com o título de E Não Sobrou Nenhum.


RECOMENDADÍSSIMO!!!

Um abraço,

LL.

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